Os genéricos são mais fracos do que os medicamentos de marcaMito
Um genérico tem a mesma substância ativa, na mesma dose, que o medicamento de referência. A eficácia é a mesma — o que muda é o preço, não o efeito no organismo.
Os genéricos passam pelos mesmos testes de qualidade que os medicamentos de marcaFacto
Antes de serem aprovados, os genéricos têm de provar bioequivalência ao INFARMED — ou seja, que o corpo absorve a substância da mesma forma que absorveria o medicamento original.
Um genérico mais barato significa matéria-prima de pior qualidadeMito
O preço mais baixo reflete a ausência de custos de investigação inicial e de marketing — não a qualidade da substância, que é regulada e fiscalizada da mesma forma para todos os medicamentos aprovados.
O farmacêutico pode substituir o medicamento de marca por um genérico equivalenteFacto
Salvo indicação médica em contrário, a lei permite e incentiva essa substituição — é uma das formas mais diretas de poupar sem alterar o tratamento.
Todos os países europeus usam tanto genéricos como PortugalMito
Portugal está abaixo da média europeia de utilização de genéricos. Vários países da UE atingem taxas muito mais altas, com poupanças proporcionalmente maiores para os seus sistemas de saúde.