Porque existimos
Portugal continua abaixo da média europeia na utilização de medicamentos genéricos — não por falta de qualidade, mas por falta de informação clara e por interesses que preferem manter a confusão. A UMG nasce para ocupar esse espaço: falar diretamente aos utentes, sem intermediários, sem patrocínios da indústria farmacêutica.
O que defendemos
Defendemos a generalização efetiva da prescrição por Denominação Comum Internacional (DCI); o reforço dos deveres de informação clara e transparente ao utente; a monitorização e responsabilização de práticas que favoreçam opções mais onerosas sem justificação clínica; e uma política pública ativa de promoção dos medicamentos genéricos.
A voz de quem sabe
"Enquanto médico há mais de 50 anos, conheço bem a realidade de milhares de portugueses que vivem com doenças crónicas e fazem um enorme esforço para adquirir os medicamentos de que necessitam. Para muitos desses doentes e famílias, alguns euros de diferença em cada embalagem representam centenas ou mesmo milhares de euros ao longo do ano. Sempre que exista uma alternativa terapêutica igualmente segura, eficaz e de qualidade, mas mais acessível, devemos garantir que essa opção é conhecida e que está efetivamente ao alcance dos cidadãos. Temos a obrigação moral e ética de defender o direito das pessoas a cuidar da sua saúde sem serem penalizadas financeiramente por isso."
O que fazemos
- Acompanhamos e comentamos as notícias sobre genéricos, preços e acesso à saúde
- Publicamos posições e propostas sobre política do medicamento
- Reunimos dados e estudos sobre utilização de genéricos em Portugal e na Europa
- Ajudamos utentes a calcular e a reivindicar a sua poupança
- Damos voz coletiva a quem paga mais do que precisava de pagar
Independência
Não recebemos financiamento de laboratórios farmacêuticos, de marcas nem de partidos políticos. A nossa única filiação é com os utentes que representamos.